quarta-feira, 20 de maio de 2009

just do it.

ok, é cliche, é slogan de marca de sapato, mas resume muita coisa.
just do it. apenas faça.
não pense duas vezes, se surgiu na sua mente, é porque inconscientemente você queria fazer aquilo que você pensou. comer uma comida estranha, fazer um esporte que todos acham estranho, ou até coisas normais, corriqueiras, contanto que pasem pela sua cabeça.
claro, planeje às vezes, a vida não deve ser desorganizada. Porém nem 8 nem 80. balanceie com um pouco de insanidade e irresponsabilidade. e não se preocupe com as conseqüências, há várias maneiras de viver com elas.
assim como no filme "sim,senhor", diga sim, mas não a tudo o que lhe aparecer, mas diga sim a tudo o que lhe interessar, ou que despertou sua curiosidade. não falo de sexo, isso fica por sua conta(6), falo de atitudes roupas, estudos, vontades, vontades, vontades!!! faça, não se preocupe. eu quero fazer isso, vou usar meu tempo livre pra fazer o que vier na minha cabeça.
quando falo desse tipo de coisa, as pessoas já pensam nas coisas ruins como: pixar bancos, xingar superiores, ou coisas do gênero. mas não, não é apenas isso, se te der vontade de doar dinheiro pra caridade, ou ajudar um mendigo, ou acolher um cachorro na rua? danem-se as regras da sociedade, sinceramente.
FATO1: nunca se pode agradar a todos, por isso agrade apenas a quem voce quiser, ou se não houver ninguém para você agradar, agrade a si mesmo.(eu quero agradar a meus pais e a mim apenas)
FATO2: existem aproximadamente 8 milhões de pessoas que vivem só em pernambuco. pessoas para conhecer não lhe vão faltar, a questão é saber quais delas vão realmente representar algo para você.

FATO3: a expectativa de vida brasileira é baixa, ou você se muda pro japão, ou você aproveita os dias com maior intensidade, sim?
não falo de faltar o trabalho, ou coisas do tipo. infelizmente, no mundo você tem algumas obrigações a cumprir, mas a partir do momento que você as cumpre, você não precisa mais dar satisfação nenhuma para NINGUÉM, então faça como eu: faça o que lhe der na telha quando estiver livre.

saia com os amigos, ponha um piercing, faça aulas de yoga, vá à igreja, mergulhe no mar à noite, beije um estranho, enfim! você não precisa fazer coisas tão loucas como essas que eu mencionei, mas são exemplos de coisas que acabaram de vir na minha cabeça e que eu quero fazer! então fica o recado:
viva sua vida da forma que você quiser, não da forma que o mundo quer que você viva. e não falo de felicidade, felicidade é algo supervalorzado, felicidade é uma simples consequência, mas isso é assunto pra outro post.bjundas

segunda-feira, 18 de maio de 2009

o tempo passa/rs

cara, desde o inicio do ano eu não posto...aconteceu tanta coisa.
tenho um blog em paralelo, mas não gosto de publicar nada meu, apenas estórias com muito humor-negro, ou não ,depende do referencial(whatever), falando em referencial, como sempre estou me ferrando em fisica, matemática e quimica, mas me dando bem em linguas e humanas, e biologia também.

como estou com preguiça de contar tudo detalhado, vou resumir:

comprei calças skinny, comprei discos de vinil dos beatles, acessórios e bottons de bandas como sonic youth e cansei de ser sexy, e até bob dylan.

me interessei por música como nunca, principalmente folk, mpb e o velho e bom rock'n'roll/FATO.
fui ao show de iron maiden no recife *-* foi o máximo.

tenho um twitter, e atualizo ele pelo celular, já não entro mais no msn(preguiça e acho que enjoei),
meu orkut tá servindo pra divulgar meu twitter e esse blog daqui[/Q?]

mudei de sala de aula, fiz novos amigos, meu circulo de amizades está crescendo(y).
ultimamente quase não tenho ido à igreja porque a porcaria do carro tá dando problema todo domingo, segundo minha mãe é "coisa de satanás! sangue de cristo!"
falando em carro, vou trocá-lo sábado.
um monte de coisas mudaram.

tô assistindo pushing daises e dexter(l).
cada vez mais eu quero sair do país.
to me acostumando com as novas regras do vestibular./medo do ENEM
enfim, o mundo tá girando beleza?
até, bando de macacos.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

.:it doesn't matter:.

(trecho de let's dance to joy division,dos wombats)

So if you're ever feeling down,


Grab your purse and take a taxi,


To the darker side of town,


That's where we'll be,


And we will wait for you and lead you through the dancefloor,


Up to the DJ booth,


You know what to ask for,


You know what to ask for.


Go ask for Joy Division,


And celebrate the irony,


Everything is going wrong,


But we're so happy,


Go ask for Joy Division,


And raise your glass to the ceiling,


'Cos this could all go so wrong,


But we're so happy,So happy.

---------------------------------

esse trecho resume meu ano-novo.

tudo deu errado, comecei o ano com pé esquerdo, mas tanto faz, estou feliz, está tudo errado, mas está tudo bem. nesses dias minha pressão baixou e eu fui pro hospital, to com anemia, hehe, tenho que comer mais...não sei ao certo quando vou voltar pra casa, as com certeza não vai ser hoje. por causa da doença. passei meu ano-novo no hospital, durmi cedo, mas acordei com os fogos. foi até bonito, da janela do hospital deu pra ver os fogos bem longe. Senti vontade de escrever, aqui no hospital é bem solitário, meu tio vem me visitar às vezes, mas mamãe e papai foram viajar. não os culpo de nada, eles têm mais é que se divertir e essa viagem estava combinada a dias. se estou doente a culpa foi minha. mas que estou morgado estou. porém não estou deprimido, sei que vou melhorar logo(ao menos o médico disse isso.)

não aconselho ninguém a ficar doente no dia de ano-novo, quando dá meia-noite e você não tem ninguém pra abraçar, é simplesmente desagradável. espero melhorar logo. até mais \o/

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

scenic world(beirut)


the lights go on
the lights go off
when things don't feel right
i lie down like a tired dog
licking his wounds in the shade

when i feel alive
i try to immagine a careless life
a scenic world where the sunsets are all
breathtaking

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

conquista

tolice, disparate, à primeira vista inutilidade como qualquer outra coisa inutil, ou simplesmente futilidade da vida, capricho.
pois bem, tal capricho parecia tão importante para ela, que não acreditavam ser real. incrivel era a seriedade de seu tom de voz enquanto pedia, suplicava para que seu desejo fosse atendido.
um broche, e apenas um broche. em qualquer brexó ou armarinho se encontraria um melhor que aquele, mas ela insistia em querer aquele broche para ela. e teimava, como teimava! com os olhos o tempo inteiro voltados ao broche, como se não os quisesse perder de vista. ela pedia.
o broche, era feio, sim, outra palavra não o descreveria melhor, feio, pois bem, se encaixa perfeitamente oras! era um broche feio, nem muito feio, nem pouco bonito, feio. enferrujado nas pontas, em formato de flor-de-lis, com uma pedra,que certamente era uma opala, aliás, uma perfeita imitação de opala, preta. taçlvez aquela opala era oque mais chamava atenção naquele broche, quis dizer que a opala era a unica coisa proveitável daquele broche. chegava a ser ridicula a cena. para que tanto alvoroço por um pedaço de metal enferrujado com uma pedra falsa em seu centro? todos se perguntavam isso, e no âmago de seu ser, até ela mesma se perguntava.
cansado de ver aquela cena, o pai recorreu a um recurso que deveria ter sido usado há muito, diga-se de passagem. resolveu perguntar
-mas porque queres tanto esse broche?
ela então parou. parou e simplesmente continuou a olhar para aquela opala, hipnotizante para ela aquela opala. ela fitava o broche com algo a mais nos olhos. ela tentava explicar, mas as palavras lhe falhavam, não vinham até a boca, ou não sabia como fazê-las irem, era tão pequena para entender o diálogo.
-me responda! para que vais querer tão feia peça? de que lhe servirá esse broche?
a criança estava desarmada. não tinha argumentos para justificar sua vontade, apenas queria quele broche, e mesmo sem saber o porquê, iria lutar por aquele broche.
-papai, esse broche nasceu para ser meu.
o pai apenas olhou a filha falar. ficou num misto de perplexo e confuso. não entendera como a filha conseguira falar tão profunda frase, aliás, tinha suas duvidas quanto à ciência dela quanto à profundidade de tal frase.
ela simplesmente falou oque lhe veio à cabeça no momento, e oque falou foi oque sentiu de mais verdadeiro no momento. aquele broche havia nascido para ela, e pronto. feio dio jeito que fosse, falso do jeito que fosse, ele era perfeito para ela, afinal, ele havia nascido para ela.
ele resolvera então comprar tal broche para a pequena. e quão impagável cena fora a reação da menina ao ganhar o broche! ela tomou o broche para si com o cuidado que uma mãe pega o filho no colo, e analisou com os dedos e os olhos, toda a formosura do broche, feito para ela. estava lá desde sempre, esperando que ela chegasse e o visse, e lutasse por ele.
a menina então, com toda a alegria do mundo(de seu mundo), pregou o broche na cintura de seu vestido."engraçado, realmente ficara bem nela", pensou o pai, e deu a mão à menina, que estava com o maior dos sorrisos no rosto, por carregar consigo agora aquele broche, só dela, feito para ela, em outro não ficaria tão perfeito, pois com nenhuma outra pessoa esse broche iria se sentir bem, apenas com ela, afinal, ele havia nascido para ela.